Margarida Rebelo Pinto - O Diário da Tua Ausência.
Fui aprendendo que o amor não corre, não avança e não esquece. O amor vence. Fui aprendendo que o amor não passa à frente, não deixa passar, nem serve de cura. O amor sonha. Ensinaste-me que não se dá por conquistado, não se dá como certo, e eu fui aprendendo a ter medo de te perder. O amor luta. O amor sou eu, és tu e somos nós, hoje ou amanhã. E eu aprendi a esperar.
Fui aprendendo a esperar quando não vinhas, quando não falavas ou não sabias ouvir e aprendi que o não sei é a maior tortura. O amor chora. Fui aprendendo a voar mais alto, a cair mais rápido, e a viver intensamente. O amor emociona. Fui vendo que a vida não passa e depende, de uma palavra ao final da noite. O amor ri. E descobri que é tudo um carrossel, um sobe e desce e que agarrar-mo-nos um ao outro é a sobrevivência. O amor ama.
Aprendi que a vida és tu, o querer-te todos os dias, e o imaginar o amanha e o depois. Aprendi que o tempo não passa, e corre ao passar, porque não o vejo quando estou ao teu lado. Aprendi que não dói discutir, não magoa gritar, mas sim recordar porque é que aconteceu. Aprendi que um sorriso não morre quando desce uma lágrima, porque um abraço puxa sempre uma curva nos lábios. E hoje sou mais feliz porque nunca desisti.
Aprendi que a noite não afasta, não cala, nem causa distância, porque dormimos em função um do outro, os sonhos chamam, os sonhos falam, eles abraçam. Aprendi que não importa o quão nos tentemos esquecer que aconteceu, porque o amor supera, não esquece. O amor sente. Aprendi que as feridas abrem para que o amor as possa fechar. Somos um.
Aprendi que podemos usar os nossos corpos que eles vão suar, gastar-se mas faremos sempre sentimento. E percebi que não precisamos de dizer muitas palavras, porque o olhar já nos leu. O amor compreende.
Acabei por sonhar que as barreiras são sonhos, vamos dormir e quando acordamos já não lá estão. O amor é um. Somos só dois corações a amar o mesmo, nós. O amor é simples. - e por tudo isto, são mais de trezentos dias ao teu lado
Fui aprendendo que o amor não corre, não avança e não esquece. O amor vence. Fui aprendendo que o amor não passa à frente, não deixa passar, nem serve de cura. O amor sonha. Ensinaste-me que não se dá por conquistado, não se dá como certo, e eu fui aprendendo a ter medo de te perder. O amor luta. O amor sou eu, és tu e somos nós, hoje ou amanhã. E eu aprendi a esperar.
Fui aprendendo a esperar quando não vinhas, quando não falavas ou não sabias ouvir e aprendi que o não sei é a maior tortura. O amor chora. Fui aprendendo a voar mais alto, a cair mais rápido, e a viver intensamente. O amor emociona. Fui vendo que a vida não passa e depende, de uma palavra ao final da noite. O amor ri. E descobri que é tudo um carrossel, um sobe e desce e que agarrar-mo-nos um ao outro é a sobrevivência. O amor ama.
Aprendi que a vida és tu, o querer-te todos os dias, e o imaginar o amanha e o depois. Aprendi que o tempo não passa, e corre ao passar, porque não o vejo quando estou ao teu lado. Aprendi que não dói discutir, não magoa gritar, mas sim recordar porque é que aconteceu. Aprendi que um sorriso não morre quando desce uma lágrima, porque um abraço puxa sempre uma curva nos lábios. E hoje sou mais feliz porque nunca desisti.
Aprendi que a noite não afasta, não cala, nem causa distância, porque dormimos em função um do outro, os sonhos chamam, os sonhos falam, eles abraçam. Aprendi que não importa o quão nos tentemos esquecer que aconteceu, porque o amor supera, não esquece. O amor sente. Aprendi que as feridas abrem para que o amor as possa fechar. Somos um.
Aprendi que podemos usar os nossos corpos que eles vão suar, gastar-se mas faremos sempre sentimento. E percebi que não precisamos de dizer muitas palavras, porque o olhar já nos leu. O amor compreende.
Acabei por sonhar que as barreiras são sonhos, vamos dormir e quando acordamos já não lá estão. O amor é um. Somos só dois corações a amar o mesmo, nós. O amor é simples. - e por tudo isto, são mais de trezentos dias ao teu lado