Às vezes não sei o que nos aconteceu, onde é que pará-mos no tempo. Mas tenho que dar o braço a torcer, e felicitar-te porque, pela primeira vez, decidiste vir até mim, sem que eu te procurasse, se calhar, foram as saudades, tu que tantas barreiras tens, sentiste saudades minhas, e até me podes culpar, se um dia me virares as costas, porque tu vieste e eu não tenho aproveitado esse teu tão raro gesto, - É a falta de tempo - eu sei que a desculpa é sempre a mesma, mas é a mais pura das verdades. Por vezes, lembro-me das nossas brincadeiras, e sou eu quem te sente a falta, mas, por mais que se queira, há coisas que não sabemos como fazer. Só quero que saibas que não me esqueci de ti, nem de nós, e um dia, talvez nos possamos desculpar.
coisas do coração
(101)
30 letters
(18)
um ponto final - T.
(18)
What if?
(8)
m.
(8)
vidas de outras vidas
(8)
h.
(7)
Gé
(6)
passado - R
(6)
some things about me
(6)
Friends will always be friends ♥
(3)
músicas
(3)
Faculdade
(2)
familia ♥
(2)
new year
(2)
random
(1)
uma nação
(1)
Mostrar mensagens com a etiqueta h.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta h.. Mostrar todas as mensagens
2.4.11
12.5.09
Home

I keep you with me, in my heart
you make it easier when life gets hard.
you make it easier when life gets hard.
Depois de tudo, só te posso dizer que é bom voltar a casa. Palavras? deixaram de fazer sentido, até porque embora saibamos viver sem elas, como seriamos nós capazes de viver um sem o outro? Ainda há quem acredite que não somos imortais? Obrigado por ainda me dares o teu sorriso, que vida teria eu, se nada me desse luz?
' Por muito que o tempo nos leve a tomar direcções diferentes, nunca caminharei contra ti, sempre por ti e para ti '
- nunca dizer(-te) adeus
10.5.09
amo-te
Cause if one day you wake up and find that your missing me, And your heart
starts to wonder where on this earth I can be, Thinking maybe you'd come back
here to the place that we'd meet, And you'd see me waiting for you on the corner
of the street.
Falas em verdades, em falar a verdade a mentir, e a verdade é que não passamos de duas crianças! Tanto eu como tu, fugimos um do outro quando ambos sabemos que não é o que queremos. Foges de mim como eu fugia do escuro quando tinha 5 anos, e eu, escondo-me de ti como tu te escondias atrás da tua mãe quando tinhas medo de algo, mas a vida não é assim, a nossa não! Não vamos deitar ao vento as páginas de história nem queimar os livros, esconder as fotografias, as marcas do tempo não se apagam! Queres esquecer-me? Procura apagar-me da tua memória e eu sei que não consegues! Liberta-me do pensamento cada vez que olhas para mim e eu sei que não és capaz! Esquece que eu alguma vez te disse que és o meu melhor amigo, e eu sei que as palavras te assombram o coração! E sabes porquê? Porque não somos capazes de largar quem somos! Se queremos deixar alguém para trás temos que estar preparados para nos deixar a nós, e nós não estamos, nem queremos. Consegues amachucar os nossos sorrisos? Rasgar as nossas palavras? Cortar os nossos momentos? Separar dois corações? Se consegues esquecer que somos um, podes ir, estás pronto para seguir em frente.
- mas eu não!
Apareces-me em sonhos a dizer que posso voltar, mas acordo e estás tão distante como sempre, nestes últimos dias. Acordas-me e dizes que está tudo bem, mas não está, ainda estou a dormir e quando te olho, tu não estás comigo! Dou por mim a sonhar-te quando me olhas, a sorrir-te quando me ignoras, é que eu não consigo estar sem ti! Ensina-me a ignorar quem nos deu o mundo, ensina-me a virar costas a quem nos puxou da queda, ensina-me a deixar para trás quem nos ensinou a voar! E tu não sabes o quanto me custa saber que nos vamos separando, como podes tu negar que não te sou?
(já podemos parar de brincar, não tem mais piada! Volta aqui, vamos olhar um para o outro, dar um dos melhores abraços do mundo e sermos nós outra vez! A imortalidade não se paga, e pertence-nos. amo-te)
3.5.09
voltar a nós.
Estou aqui, mas tu não vens. Não te espero, perdi os meus sonhos nas tuas palavras, e eu não as quis ouvir, não quis acreditar que eras tu quem as dizia. Não podias ser tu. Tu sabes que eu preciso de ti, é o que vês sempre que me olhas, que te quero a meu lado mas que não posso ceder, que não te posso falar o quanto tu me fazes falta. (e eu tenho muitas saudades tuas, mas tu não podes saber), tu vês que eu quero correr atrás de ti e dizer-te que sem ti, eu não vivo, mas não posso! Não posso continuar a correr por ti se tu não queres, nem deixas, se te procuro escondes-te, se te quero falar, ignoras-me, como esperas tu que eu seja capaz de lutar por ti? Não tenho forças, não consigo encontrar mais... Já carrego pedras às costas, culpas às pedras, e tristeza às culpas, mas eu quero-te ao meu lado desde sempre. Põe os monstros de parte, nós somos imortais, vamos estar sempre amarrados um ao outro e eu não me perco do teu sorriso.
- até já! eu sei que voltamos a nós..
- até já! eu sei que voltamos a nós..
29.4.09
Escondidas.
Acordei, são 4h42, não chove lá fora, mas eu oiço o céu a chorar.
Não sei como te falar, desculpa, não tenho como, não me permites. Não quero ter a cobardia de não te saber dizer Olá, permites-me que te escreva? Não sou a ignorância que pintas, tu sabe-lo, porque julgas quem te conhece? Porque esmagas quem te ajudou a chegar ao topo? Não se pisam as montanhas!
Olhas para mim e vês a culpa que carrego às costas, mas eu não me sinto dona de culpas, não lhes sinto o peso. Não queria ter fechar os olhos quando olho para ti, mas até na tua cara tu me escreves "A culpa foi tua", mas não foi! Não foi minha, nem nossa, e muito menos tua, não há culpas.
Não me faças olhar para a frente, tu sabes que eu não me quero ir embora de ti! Sabes que eu não sou capaz, eu só fecho os olhos à mágoa, podes voltar sempre, eu não te fecho portas... Como podes tu pensar que eu não te carrego comigo, se tu não me sais da cabeça desde o dia em que te conheci? Como consegues tu questionar-te sobre nós e eu nunca dei um passo sem, em primeiro lugar, pensar em ti? Como és tu capaz de ignorar que somos imortais? E eu nunca, por momento algum me esqueço de ti..
Não sei se sabes o que é um abraço teu, para mim vai bem alem de alguém que coloca os braços à minha volta, e se algum dia conseguires perceber o que sinto cada vez que me abraças, verás que nunca poderia deixar-te para trás.
um dia, escreveste-me: " There's no wall, bridge or strength that breaks our friendship (...) No one can be more related than us (...) "
Quero que saibas que se quiseres ir embora, eu não vou ser capaz de te fechar a porta, podes ir, eu sei que tudo o que é nosso retorna sempre a casa e tu pertences-me. E se por acaso me quiseres dizer adeus, eu dir-te-ei " Até já ".
Um dia eu disse-te " Losing you is like living in a world with no air "
Hoje, dorme a pensar que:
" What day is it
and in what month
this clock never seemed so alive
I can't keep up
And I can't back down
I've been losing so much time ”
Desculpa-me, mas eu já não tenho 10 anos, já não gosto de brincar às escondidas, já tenho idade para ficar a contar, mas não quero! Não vou ficar à procura se foste tu que te escondeste e desde o início que eu não quero brincar. Não podemos brincar sozinhos. Já podes aparecer, foste o único que se safou, até já.
Não sei como te falar, desculpa, não tenho como, não me permites. Não quero ter a cobardia de não te saber dizer Olá, permites-me que te escreva? Não sou a ignorância que pintas, tu sabe-lo, porque julgas quem te conhece? Porque esmagas quem te ajudou a chegar ao topo? Não se pisam as montanhas!
Olhas para mim e vês a culpa que carrego às costas, mas eu não me sinto dona de culpas, não lhes sinto o peso. Não queria ter fechar os olhos quando olho para ti, mas até na tua cara tu me escreves "A culpa foi tua", mas não foi! Não foi minha, nem nossa, e muito menos tua, não há culpas.
Não me faças olhar para a frente, tu sabes que eu não me quero ir embora de ti! Sabes que eu não sou capaz, eu só fecho os olhos à mágoa, podes voltar sempre, eu não te fecho portas... Como podes tu pensar que eu não te carrego comigo, se tu não me sais da cabeça desde o dia em que te conheci? Como consegues tu questionar-te sobre nós e eu nunca dei um passo sem, em primeiro lugar, pensar em ti? Como és tu capaz de ignorar que somos imortais? E eu nunca, por momento algum me esqueço de ti..
Não sei se sabes o que é um abraço teu, para mim vai bem alem de alguém que coloca os braços à minha volta, e se algum dia conseguires perceber o que sinto cada vez que me abraças, verás que nunca poderia deixar-te para trás.
um dia, escreveste-me: " There's no wall, bridge or strength that breaks our friendship (...) No one can be more related than us (...) "
Quero que saibas que se quiseres ir embora, eu não vou ser capaz de te fechar a porta, podes ir, eu sei que tudo o que é nosso retorna sempre a casa e tu pertences-me. E se por acaso me quiseres dizer adeus, eu dir-te-ei " Até já ".
Um dia eu disse-te " Losing you is like living in a world with no air "
Hoje, dorme a pensar que:
" What day is it
and in what month
this clock never seemed so alive
I can't keep up
And I can't back down
I've been losing so much time ”
Desculpa-me, mas eu já não tenho 10 anos, já não gosto de brincar às escondidas, já tenho idade para ficar a contar, mas não quero! Não vou ficar à procura se foste tu que te escondeste e desde o início que eu não quero brincar. Não podemos brincar sozinhos. Já podes aparecer, foste o único que se safou, até já.
1.2.09
última vez.
Escrevo para ti, embora saiba que não vais ler. E que mesmo que leias, certamente não perceberás que falo de ti. Não quero com isto criticar-te, mas a verdade é que não importamos de forma igual um para o outro, e se percebesses que me refiro a ti, com certeza estarias agora a pensar " que criança ", já não era, de todo, a primeira vez. Sempre falei de ti com a maior alegria do mundo, mas desta vez não posso, nem quero, pela primeira vez sinto e sei que não mereces, como pudeste tu, seguir em frente sem reparar no que pisaste? Desculpa dizer-te, mas eu que me sentia quase tudo, naquele momento fiquei reduzida a pó, se tanto. Eu conheço-te bem, e sei que tu pensas que me conheces, mas a verdade, é que começo a aperceber-me que não, e eu não quero, nem vou apagar o que tu significas para mim, não podia, como seria eu capaz de apagar um coração? E deixa-me que te diga, que és muito importante para mim, e tu sabes. Eu sei que lá no fundo tu tentas, eu digo-te: desta vez não é assim, não podia ser sempre. Desta vez vais ter de deixar de pensar só em ti, vais ter de aprender a fazer o meu papel porque eu estou a fazer o teu. Aprendi a fingir que não preciso de ninguém, que em mim tenho tudo o que me faz feliz, que não vou chorar nem olhar para trás enquanto estiver a andar, vais ter de ser tu a correr, aprendi que o tempo não espera e por isso eu não posso parar e esperar por ti, vais ter de ser tu a tentar agarrar-me, de novo. E não me podias desiludir, desta vez não podias, não podias ter falado assim, não podias ter fingido que não te importava, e o pior de tudo, é que não te podias rir como fizeste, ou melhor, não devias. Ergui de novo as muralhas, mas tu nunca as tiveste de ultrapassar, nunca te fiz passar por esse teste, estendi-te sempre os braços, devo dizer que foste a única pessoa que teve tudo de mim, assim. És capaz de mover montanhas por mim? Dizes-me que sim, mas eu não vejo, desculpa eu sei que me tornei muito exigente, mas nunca te exigi nada, se não, que aceitasses tudo o que tive para te dar, desta vez não podia ser assim. Já te tentei mostrar que eu podia, tal como qualquer outra pessoa, deixar-te no meio da estrada sem saberes para onde ir, mas não faço, não consigo. Mas... mas eu não sei o que pensar de ti, não olhaste para o lado, estás a deixar-me para trás. (?)
“ I’m not afraid of you
I’m only afraid of losing you ”
“ I’m not afraid of you
I’m only afraid of losing you ”
(não volto a chorar por ti!)
24.1.09
imortalidade nossa.
Encho-me de sentimento por ti, é sempre assim quando digo o teu nome. Não és perfeito, mas não queiras alcançar a perfeição, que eu também não. As pessoas foram uma invenção imperfeita, criadas para se completarem umas às outras, e tu preenches uma grande parte de mim. Tu cometes erros, e eu não fico para trás, também os faço, mas eu e tu temos aquilo que pouca gente tem e muita quer, aprendemos com os erros um do outro. Estou farta de contar histórias, e não vale a pena descrever a nossa história, são palavras e, meras palavras estão muito longe de caracterizar o sentimento, não é de agora, é de sempre. Por isso, meto as nossas muitas histórias de lado. Deixa-me agradecer-te, porque és a única pessoa no mundo que não me deixa falar de mais nas coisas, à primeira, ouves até ao final, à segunda já só te deixas ouvir se souberes que não me magoa. E eu sei, que parece sempre que não gosto dessa reacção, mas quero dizer-te que em grande parte, é nisso que está o meu sorriso. Mas o meu obrigado, a ti não se fica por tão pouco, és o exemplo da mais pura amizade, dás sem pedir nada em troca, não hesitas em impedir-me de cruzar a fronteira sonho/realidade, magoas, porque preferes dizer o que pensas a deixar-me ficar no absurdo, e nunca me falhaste, como podias tu? Na amizade, não tenho qualquer falha a apontar-te.
E por muito que te critiquem, por muito que me venham falar que és isto e aquilo, não percebo porque o fazem, já deviam estar avisados que nada nos destroi, atrevo-me a dizer que somos irmortais, ao tempo e às batalhas, como muita gente o sonhava. E digo-te mais, vejo em nós uma amizade que muito pouca, certamente quase nenhuma, gente tem, mas nada disto é novidade para ti.
Ensinaste-me aquilo que ninguém teve coragem de ensinar, não se volta atrás duas vezes na mesma vida, atrevo-me a dizer que és o grande professor de mim, e eu, de ti. E digo-te mais, somos um do outro, porque por muito que te tenham, é a mim que pertences.E a eternidade espera-nos, afinal, é tudo eterno enquanto dura, e o sentimento não esquece. E como poderia eu, esquecer quem és? Se eu sem ti, não me sou.
E eu não te peço nada mais, se não que me deixes continuar a ver esse sorriso todos os dias, a pertencer a esse olhar em cada momento e a ser-me nas tuas palavras, não te peço mais nada, podes até ir embora, mas continua sempre em mim. Deixo-te livre, como sempre foste porque sei que és meu, que não és capaz de abandonar a casa que tanto conquistaste, e nem que um mundo nos separasse tu te irias de mim, nem que o tempo nos desgastasse tu mudarias de caminho, é a certeza que tenho, somos imortais.

E por muito que te critiquem, por muito que me venham falar que és isto e aquilo, não percebo porque o fazem, já deviam estar avisados que nada nos destroi, atrevo-me a dizer que somos irmortais, ao tempo e às batalhas, como muita gente o sonhava. E digo-te mais, vejo em nós uma amizade que muito pouca, certamente quase nenhuma, gente tem, mas nada disto é novidade para ti.
Ensinaste-me aquilo que ninguém teve coragem de ensinar, não se volta atrás duas vezes na mesma vida, atrevo-me a dizer que és o grande professor de mim, e eu, de ti. E digo-te mais, somos um do outro, porque por muito que te tenham, é a mim que pertences.E a eternidade espera-nos, afinal, é tudo eterno enquanto dura, e o sentimento não esquece. E como poderia eu, esquecer quem és? Se eu sem ti, não me sou.
E eu não te peço nada mais, se não que me deixes continuar a ver esse sorriso todos os dias, a pertencer a esse olhar em cada momento e a ser-me nas tuas palavras, não te peço mais nada, podes até ir embora, mas continua sempre em mim. Deixo-te livre, como sempre foste porque sei que és meu, que não és capaz de abandonar a casa que tanto conquistaste, e nem que um mundo nos separasse tu te irias de mim, nem que o tempo nos desgastasse tu mudarias de caminho, é a certeza que tenho, somos imortais.

por muito que a vida, num dia mais longínquo nos faça tomar direcções diferentes,
nunca caminharei contra ti, sempre para ti e por ti.
melhor amigo de uma vida, só quero que saibas : amo-te.
Subscrever:
Mensagens (Atom)